sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Live to Ride...

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and Ride to Live!

Não devem ser muitas as coisas nesta vida, que só de pensar nelas, nos coloca um sorriso nos lábios que de forma silenciosa nos aquece o coração e inflama a alma.
Esta forma de estar na vida, que tive o privilégio de descobrir em 2006, mudou sem duvida nenhuma, a minha perceção do que é verdadeira liberdade de espírito.
Talvez possa afirmar que nunca antes tinha sido livre, até à primeira vez que pilotei sozinho...

Mas comecemos pelo principio...
Corria então o ano de 2006, por alturas do verão, fui com a ex e um casal amigo tomar café a um shopping, onde calhamos por esbarrar com uma exposição de motas da Suzuki, onde me apaixonei pelo modelo da GSX-R 600 em azul e branco.
Até aquele momento, sempre tive muito respeito mas nunca grande interesse, mas houve algo naquele instante que me marcou e apaixonou.

Sendo eu um homem de paixões, algumas semanas mais tarde estava a inscrever-me numa escola de condução, para tirar a licença de condução de motociclos sem limite de cilindrada!
Dito assim até nem parece de grande importância, mas acreditem que é!
Tanto que na escola nem me queriam deixar tirar a licença... Pois, quando perguntaram se tinha experiência em motas e eu disse que nenhuma, só imensa na bicicleta, aconselharam veementemente a tirar a que limitava a 33kw de potencia, o que me iria impossibilitar de realizar a minha intenção de possuir uma 600cc.

Como eu disse que era aquilo que queria, mandaram-me para casa refletir na questão, pois era a minha vida em risco, afinal só a 600cc que a escola usava era uma Yamaha XJ 600 N, com mais de 200kgs e 61cv...
Traduzindo isto para mais fácil comparação, nesta tão singela XJ, cada cv “puxa” ~3,27kgs, no caso de um Ferrari F360 Modena de 400cv, cada um desses “puxa” ~3,62kgs... You got the picture.

Mas lá consegui levar a minha avante, tendo sido exemplar durante o processo, mesmo quando transitei da Yamaha SR 125, das primeiras aulas, para a XJ, não acusei muito a diferença e rápido me habituei ao “bicharoco” que tinha em mãos.
Até mesmo no exercício dos famosos “oitos”, em que temos que conseguir controlar a mota apenas em 1ª, fazendo “oitos” na estrada sem tocar em nenhum passeio ou colocar os pés no chão.

Poucos meses depois de tirar a licença, havia mais um motard feliz a rolar pelas estradas.
Agora vejo que uma mulher pode ser muito sexy, mas uma mulher a pilotar uma mota desportiva... É muiiiiiiito mais!

Por acaso não andam por ai apaixonadas por motas, não?


Fox

2 comentários:

  1. Eu não gosto :s
    Aliás não gosto mto de andar de mota confesso Lol
    Prefiro o carro :D

    Agora vê lá e cuida-te, não te metas a acelerar demais ;)

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    1. Ai que não sabes o que perdes... ;)
      Tenho consciência do risco e sabendo que o ser humano nada controla, sei que estou sempre no fio da lâmina...
      Mas... Carpe Diem!

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