quinta-feira, 8 de março de 2012

The first time part V



O que dá, há uns bons anos atrás, um jovem, ligação aos primórdios da Internet, sangue quente, puberdade, tempo livre, isto assim tudo junto?
Exato, dá um jovem mais ou menos bem instruído nas lides teóricas do sexo, até conseguindo saber o nome de algumas posições, ou achar que sabia, pelo menos.
A pressa da senhora era evidente, pensaria ela talvez, que mal o Fox fizesse a sua entrada em “palco”, que se daria quase de imediato o encerrar do pano...Pois... Ainda hoje deve estar a perguntar, como foi que um “noob” lhe deu tanto trabalho.

Assim depois de muito bem ela demonstrar os dotes “vocais”, lá se mete na posição de missionário, o básico das rotinas, como seria de esperar.
Mas para quem nunca tinha visto “uma” de perto, estava encantado por demais para recusar e lá começo eu no “ir e vir”... Maravilhado com a suavidade, o calor, era tudo um fluxo de experiências inovadoras, mesmo com a supérflua perceção de que a “cuja” estaria com folga a mais...
Até me lembrar que eu era o ultimo cliente do dia... Pois... Normal, achei eu.
Mas não seria tal a impedir o desfrutar do maravilhoso “vai e vem” que dura...
Que dura... E dura... E dura... E dura... E dura... E dura... Começou-se a queixar que tinha que ir embora... Pois, vais já vais...

Nisto sugiro muito envergonhado que podíamos fazer a “cavaleiro”...
Ela riu-se e pergunta o que isso é?
WTF?! Então que profissional és tu? Pensei eu, enquanto dizia - “Não sabe? Eu fico por baixo, você mete-se em cima.
Ela diz - “Ah não conhecia por esse nome, anda lá então que tenho de ir”.
Assim trocamos as posições, tendo ela se “montado” no “garanhão”, fiquei desde logo agradado com a mudança.
Começou então num louco cavalgar, como se por momentos imaginasse que já ia a caminho de casa... E montou... E montou... E montou... E montou... E montou... E montou... Mas não chegou a casa.

Ela não se “foi” para casa , eu não tinha “vindo”, o impasse permanecia, portanto sugeri nova posição, pois, eu sei que sou muito exigente, ainda que não saiba como tive tanta “lata” na altura.
Na minha cabeça saltou a palavra canzana, da minha boca saiu um mais apresentável “doggy style”, que para ela foi mandarim, novamente.
Mas lá invertemos as posições, não antes de me relembrar que tinha que ir embora, ficando agora eu a segurar os flancos da senhora enquanto introduzia o “mastro” naquela densa floresta, doce, húmida, quente.
Inicio novo fluxo de “idas e vindas” que não variando, dura... E dura... E dura... E dura...
Mas desta feita é introduzido um novo elemento na equação, muito suavemente e aumentando de volume, a senhora começa a gemer!

Pode não parecer muito, mas para alguém inexperiente, com uma senhora já no fim do turno, foi como uma pequena vitória, pelo menos assim achei e revestido por uma sensação de dever cumprido e um sorriso nos lábios, eis que pela primeira vez fechando os olhos, lá consegui vir antes de me ir.

Foi bom, foi diferente, foi um tudo para um nada. Foi a primeira. Foi a última.


Fox

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