O que dá, há uns bons anos atrás, um
jovem, ligação aos primórdios da Internet, sangue quente,
puberdade, tempo livre, isto assim tudo junto?
Exato, dá um jovem mais ou menos bem
instruído nas lides teóricas do sexo, até conseguindo saber o nome
de algumas posições, ou achar que sabia, pelo menos.
A pressa da senhora era evidente,
pensaria ela talvez, que mal o Fox fizesse a sua entrada em “palco”,
que se daria quase de imediato o encerrar do pano...Pois... Ainda
hoje deve estar a perguntar, como foi que um “noob” lhe deu tanto
trabalho.
Assim depois de muito bem ela
demonstrar os dotes “vocais”, lá se mete na posição de missionário, o básico das rotinas, como seria de esperar.
Mas para quem nunca tinha visto “uma”
de perto, estava encantado por demais para recusar e lá começo eu
no “ir e vir”... Maravilhado com a suavidade, o calor, era tudo
um fluxo de experiências inovadoras, mesmo com a supérflua perceção
de que a “cuja” estaria com folga a mais...
Até me lembrar que eu era o ultimo
cliente do dia... Pois... Normal, achei eu.
Mas não seria tal a impedir o
desfrutar do maravilhoso “vai e vem” que dura...
Que dura... E dura... E dura... E
dura... E dura... E dura... Começou-se a queixar que tinha que ir
embora... Pois, vais já vais...
Nisto sugiro muito envergonhado que
podíamos fazer a “cavaleiro”...
Ela riu-se e pergunta o que isso é?
WTF?! Então que profissional és tu?
Pensei eu, enquanto dizia - “Não sabe? Eu fico por baixo, você
mete-se em cima.”
Ela diz - “Ah não conhecia por esse
nome, anda lá então que tenho de ir”.
Assim trocamos as posições, tendo ela
se “montado” no “garanhão”, fiquei desde logo agradado com a
mudança.
Começou então num louco cavalgar,
como se por momentos imaginasse que já ia a caminho de casa... E
montou... E montou... E montou... E montou... E montou... E montou...
Mas não chegou a casa.
Ela não se “foi” para casa , eu
não tinha “vindo”, o impasse permanecia, portanto sugeri nova
posição, pois, eu sei que sou muito exigente, ainda que não saiba
como tive tanta “lata” na altura.
Na minha cabeça saltou a palavra
canzana, da minha boca saiu um mais apresentável “doggy style”,
que para ela foi mandarim, novamente.
Mas lá invertemos as posições, não
antes de me relembrar que tinha que ir embora, ficando agora eu a
segurar os flancos da senhora enquanto introduzia o “mastro”
naquela densa floresta, doce, húmida, quente.
Inicio novo fluxo de “idas e vindas”
que não variando, dura... E dura... E dura... E dura...
Mas desta feita é introduzido um novo
elemento na equação, muito suavemente e aumentando de volume, a
senhora começa a gemer!
Pode não parecer muito, mas para
alguém inexperiente, com uma senhora já no fim do turno, foi como
uma pequena vitória, pelo menos assim achei e revestido por uma
sensação de dever cumprido e um sorriso nos lábios, eis que pela
primeira vez fechando os olhos, lá consegui vir antes de me ir.
Foi bom, foi diferente, foi um tudo
para um nada. Foi a primeira. Foi a última.
Fox

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