Pois é tal como escrevi no outro post,
apareceu a B. na minha vida numa altura em que possivelmente estaria
mais frágil, saturado, cansado, desiludido, whatever, era a segunda
crise dos três anos em pleno curso, eu já estava pelas pontas com
as ameaças de suicídio e tudo o resto.
Ninguém será de ferro, eu muito
menos, sou compreensivo, dou margem de erro, mas já estava a perder
o “grip” mental por completo.
Só de imaginar ameaças loucas de quem
me deveria amar é doentio, até ter medo da reação dela a qualquer
pequeno ato meu. Assim não dava mais. Por isso me afastei.
Enquanto me afasto, apareceu a B. nesta
janela de oportunidade e “apanhou-me” suavemente, só dando eu
conta quando já estava “metido nelas”, ainda hoje me pergunto
como é que tudo aconteceu.
Era uma lufada de ar fresco, um rol de
novas qualidades que a ex não tinha, todo um mundo novo que nos
demonstra, que existe sempre alguém para lá de alguém.
Saímos várias vezes, muitos cafés
foram tomados, enquanto tínhamos longas conversas, muitas
brincadeiras, ela gostava muito de me “picar”, muitos beijos,
“amaços” e outros que tais.
No fundo o normal de qualquer inicio de
relação, ainda que esta estivesse desde cedo marcada...
Ambos partilhamos o gosto por cinema,
fomos algumas vezes, não me perguntem os filmes porque pouco deles
vi...
Entre nós era sempre tudo muito lindo
nos “amaços” em “publico”, mas numa das idas ao cinema foi
um pouco mais complicado que isso. Parece que era novidade para ambos
a novidade em si, de um lado a experiência, do outro a falta dela.
Sem grande numero de pessoas nas sala,
a proximidade, o escuro, o sangue “fresco na guelra”, os pequenos
atrevimentos dela, tudo fornece o combustível necessário para o
fogo se instalar e propagar.
Os “amaços” começam a subir de
tom e quando já me tinha dado conta, alguém já tinha o soutien
desapertado...
Fox

ai o malandro! lol
ResponderEliminarO Fox não fez nada de mal... ;)
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