quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Blue

Deito-me sem cansaço que me derrube, fecho os olhos sem sono que me sossegue. Imobilizado permaneço, ouvindo o selvagem som que se propaga. A luz aquece-me o corpo, a brisa acalma-me a pele. Perco-me entre sonhos acordados e realidades adormecidas. O tempo não existe enquanto a paciência dura. 

Mas o chamado do azul é poderoso.

Entrego-me ao abraço salgado que me desperta desta letargia e entre empurrões molhados sorrio inebriado com a sensação de ausência de controlo.


Fox 

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