Vivemos dias de uma era profundamente comunicativa. "Hic et nunc".
Conhecer alguém pode ser fabuloso. A semana que sucede o acontecimento pode ser fabulosa. A seguinte também. Mas depois tudo o que parece restar é apenas uma difusa lembrança. Conhecemos sem conhecer.
Agora queremos tudo no momento ou perdemos o interesse. Já não é como me lembro, como cresci a ter de fazer. O avanço tecnológico que nos suporta, impõe um gigantesco impulso para absorver tudo o que a pessoa é. Em poucos dias ficamos a par do que antigamente levaria meses a descobrir. Assim, em pouco tempo sentimos a ânsia abrandar, o assunto a vaguear, as perguntas a esgotarem-se...
Talvez como nunca até agora, este velho provérbio de sabedoria popular tenha feito tanto sentido.
"Longe da vista, longe do coração".
O provérbio só se aplica quando aquilo que sentimos
ResponderEliminarnão é suficientemente forte, para suportar a distância.
Distância essa que nos faz repensar uma serie de coisas, nomeadamente se vale a pena querer saber mais, daquela pessoa.
Não existe distância que afaste um coração,o que existe muitas vezes é a perda de interesse.
Óbvio que é apenas a minha opinião, mas eu quando sinto afinidade com alguém, não é a distância física que me afasta dessa pessoa, mas sim a forma como essa pessoa se relaciona comigo !
Hoje senti isso ...as pessoas mudam mas falta a coragem para dizerem
"não me apetece, falar contigo uns dias"
era o correcto e doía menos.
Gosto da verdade sempre:)
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Também sou da opinião de que a distância não deveria servir de impedimento para se conhecer alguém interessante. Caso não o seja, então que se diga na hora que não se tem interesse e assim se fica a compreender a razão.
EliminarEnfim. Acho que tenho de seleccionar melhor...