quinta-feira, 23 de junho de 2016

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Conhecem aquele sentimento que nos domina quando uma singela ação perpetrada por outrem exerce um efeito devastador em nós e não conseguimos fazer mais do que olhar o vazio pela janela?

Esse mesmo.


Fox

14 comentários:

  1. E essa acção, que defines como singela, foi realmente perpetrada de forma inocente?

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    1. Penso que sim. Não posso estar na mente de alguém e aferir de que forma o fez. Apenas tentar ler o comportamento pelos sinais que estão expostos.

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    2. Se foi alguém que conheças bem, facilmente ultrapassas esse sentimento, pois verás que não foi intencional.
      Caso contrário, mais cedo ou mais tarde tudo se compõe e voltarás a olhar pela janela com outro alento.

      Mas sim, conheço.

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    3. Bem sei que tudo se compõe mais cedo ou mais tarde, o problema é sempre no entretanto...

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    4. Quando se é intenso, o entretanto é um penar!
      Compreendo-te muito bem...
      Mas compete-me tentar ajudar-te, logo, a opção é o optimismo (mesmo que eu própria me comporte como tu!).

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    5. Agradecido pela gentileza, ana.bb. ;)

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  2. Não te deixes dominar, tu é que dominas, lembras-te? ;)

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    1. Sim, lembro. Mas eu domino corpos, no máximo vontades se as manipular, mas sentimentos ninguém controla.

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    2. Verdade insofismável: "sentimentos ninguém controla"...

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    3. Sim, eu sei que sim, estava só a fazer uma gracinha :p

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    4. Eu percebi. ;)
      Obrigado, Mia.

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  3. "No one can impact you with their negative thoughts if you aren't on a negative frequency. You set your own frequency through your thoughts and feeling, and the better you feel the higher the positive frequency you are on, and the hither the thoughts you have access to. Negative thoughts of others cannot reach you there."

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    1. Mas que grande verdade, Ana!
      Já não me lembrava de algo que antigamente costumava dizer com bastante frequência: "o poder da palavra de quem te ofende reside na tua cabeça."

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