segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Theory



Ao que vejo acontecer, começo a desenvolver uma teoria de que os bad boys acabam por ter várias mulheres ao longo da vida, por culpa das próprias mulheres. Sim, pensam que não faz sentido? Reparem bem...

Os bad boys possuem carateristicas naturais que deslumbram a maioria das mulheres, mas de alguma forma, também as deixam inseguras quanto ao futuro. Não sei por que razão elas sentem essa insegurança mas é algo que se encontra bem presente em qualquer sociedade. Isto leva a que na grande maioria das vezes, as mulheres prefiram uma escolha menos arriscada e acabem por criar e manter uma relação com um "tótó". 

Mesmo que o bad boy abra a sua armadura e mostre todo o seu esplendor perante aquela que o encante, isso parece nunca ser suficiente. Não lhe permite ultrapassar o enorme receio que as mulheres apresentam em ignorar o tal receio do risco emocionante que um homem assim implica...

Assim, os bad boys são encostados para canto, apesar das suas enormes valias, levando-os a ficar revoltados pela desconsideração e frustrados pela exposição emocional, decidindo erradicar qualquer hipótese de abertura.

Resultado? O bad boy fecha completamente a armadura e passa a fazer aquilo pelo qual é rotulado: sexo.


Fox

38 comentários:

  1. Teoria interessante!...
    Concordo essencialmente com o todo e subscrevo em particular o facto de, apesar da atracção e do carisma do "bad boy", as mulheres optarem por parceiros que representam segurança e estabilidade, mesmo sendo totós, como dizes!
    A insegurança que não compreendes prende-se com o tal risco, a excitação, a adrenalina que os "bad boys" emanam. Não conseguem estabelecer uma correlação entre aquelas emoções e o tão almejado desejo de segurança, e optam por este último.
    Percebo a sensação de te sentires "descartável", usado para o prazer, recusado para a vida. Sei que não é consolo, mas pensa que essas mulheres vão sonhar sempre contigo enquanto estiverem com os parceiros! ;)
    E não te vão ter...

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    1. "Segurança e estabilidade"... Esqueci-me de juntar ao lote, a ausência de felicidade. Nessas condições deverá ser o que mais há.
      Sim, um pouco isso, descartável ou não merecedor. Será como se fosse menos do que outros, de certo modo. Enfim, é o que é.

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  2. Não sei se se apercebe disso ou se alguém já lhe disse, mas é extremamente cansativo tentar ler os seus posts. Não pela sua escrita, mas pelo tipo de letra que escolheu. Também pode ser opção sua. Voluntária. E aí é lá consigo. Eu cá não achei piada. :p

    Quanto à sua defesa dos 'bad boys', fala por conhecimento de causa?
    Não me parece que as mulheres deixem este 'tipo' de homens por insegurança. Parece-me uma visão excessivamente simplista. Até porque nem todos os bad boys são umas jóias de pessoa, nem todas as mulheres são inseguras.

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    1. Realmente não me tinha apercebido mas o conselho foi tido em consideração. Obrigado. ;)

      Sim, falo.
      Então será por que razão? Concordo, nem todos o conseguem ser. Alguns são Ultra Bad Boys...

      Sê bem vinda, Mam'Zelle Moustache. ;)

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    2. Antes de mais, muito obrigada pela atenção. Finalmente, consigo lê-lo (acho que já posso dizer 'ler-te', visto teres tomado a iniciativa do 'tu') sem ter de trocar a vista à Carolina Patrocínio. :p

      Ok.
      Por que razão? Porque o dito bad boy acaba por não ser o que procurava, por exemplo. Há tantos 'totós' e 'good boys' que também não conseguem uma relação duradoura. Acho a justificação do teu falhanço (desculpa se estou errada, mas foi o que depreendi das tuas palavras) a nível amoroso com uma possível insegurança das mulheres que tiveste uma justificação bastante redutora, como já disse. Ou então és tu que só te interessas por mulheres inseguras. Também pode ser uma hipótese. ;)
      Ultra Bad Boys? E tudo com maiúscula... não alcancei. Será uma espécie de seita? ;p

      Obrigada. :)

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    3. Se não era o que procurava, por que razão é que os abordam ou permitem a abordagem? É que este género de homem não esconde de ninguém aquilo que é. Os sinais são por demais notórios.

      Não referi nenhum falhanço da minha parte, somente aquilo que constato em meu redor. Sou bastante observador e por vezes trago para o blog algumas das verificações que vou fazendo.

      Ora bem, eu diria que todas as mulheres são inseguras, sendo que algumas o conseguem esconder melhor que outras. Desta forma, será perfeitamente normal que aquelas que cruzaram o meu caminho o sejam todas... ;)

      Sim. Esses são aqueles mesmos bad ass... Feios, porcos e maus, como se costuma dizer. ;)

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    4. Por que razão, Fox? Porque ninguém consegue ler e conhecer o outro numa primeira abordagem. Tão simples quanto isso.
      Como assim, não esconde o que é? Volto a dizer, Fox, que muita mulher não se sente minimamente intimidada pelos ditos bad boys. Pode até achar interessante a um ou outro que se lhe apresenta à frente. Mas, depois, com a convivência, pode não achar piada a outra características da pessoa em questão. E isso já não tem nada a ver com ser ou não ser bad boy. Se o ser-se bad boy está muito na aparência, tudo o resto que compõe esse tipo de homem não é perceptível desde início (os gostos, os hábitos, os ideias, o feitio, etc). Tal e qual como não o é com outro tipo de homem qualquer. Como, aliás, já referi.

      Peço então desculpa. Mas tive o cuidado de te perguntar se era por conhecimento de causa. E cheguei à conclusão, pelos vistos errada, de que, para além de te reveres na parte do bad boy, também te revias na parte do relacionamento com mulheres inseguras com as quais acabas por não conseguir ter algo mais sério. Agora fiquei intrigada. Parece-me que não bate a bota com a perdigota, naquilo que dizes. :p

      Ahahahahahahahah! Que generalização mais infeliz, Fox. Se me dissesses que todas as pessoas são inseguras, num aspecto ou noutro, num momento ou noutro das suas vidas; até que poderia concordar. Agora essa ideia de que as mulheres o são, e todas, tem imensa graça. Mesmo. Para não dizer outra coisa. Então, mas, afinal, já falas outra vez por conhecimento de causa? Ou seja, és bad boy, só te cruzaste, até hoje, com mulheres inseguras, mas a parte do falhanço relacional já não é contigo? Só se… enfim. Vou parar por aqui com a minha tentativa de entendimento. Não me parece que consiga chegar lá. ;)

      Ah Ok. Pensei que esses só existissem nos filmes... :D

      (já agora - e peço desculpa uma vez mais - mas não acho a ilustração lá muito bem escolhida. Para mim, o bad boy não tem nada a ver com esse senhor da foto.)

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    5. Certo. E só conhecemos aquilo que nos deixam conhecer. Sem dúvida.
      O perfil do bad boy está mais na natureza do que na aparência. Essa é que é a grande questão que acaba por despertar tudo o resto. Um bad boy é muito difícil de ser vergado devido à personalidade vincada...

      A publicação parte de vários anos de observação e constatação da realidade que nos rodeia a todos. Mulheres inseguras, conheci imensas toda a minha vida e não por andar especificamente atrás delas. Mesmo aquelas que se acham muito seguras, na hora H falham redondamente. Por isso escrevo o que escrevo. ;)

      Trata-se de uma constatação que faço com base na minha experiência de vida, portanto, tão válida quanto qualquer outra. Certo?
      Sim, já me cruzei com imensas mulheres, mais do que as que seriam necessárias para se ser feliz numa existência. Portanto penso saber bem daquilo que escrevo.

      Sabes que imagens de qualidade sem direitos de autor não abundam... Tenho sempre de encontrar um meio termo. Esta foi escolhida mais pelo estado de fúria do individuo do que o seu suposto perfil de bad boy. Todavia, um homem com este aspeto pode ser um terrível bad boy. Não se avalia o livro pela capa.

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    6. Ai sim, mais na natureza? Desconhecia. hum... ok...
      Mas olha que a ideia geral que se tem do dito bad boy passa muito, se não quase em exclusivo, pela aparência. Depois, associa-se a essa aparência um determinado tipo de pessoa: um homem que dá muito valor à sua aparência, lá está. Que gosta muito de si mesmo. E, por isso, não tem disponibilidade para uma relação séria. Gosta em demasia de si para gostar, a sério e também, de uma outra pessoa. Prefere ir exibindo conquistas. Umas atrás das outras. Dá-lhe um certo estatuto, ao que parece.
      Agora, pelos vistos, tens um conceito/uma definição diferente do que é ser bad boy. Uma definição diferente e na qual, pelos vistos, te incluis. É assim?

      Na hora H? Não percebi. Mas, pelas tuas palavras, dá-me a sensação que catalogas em demasia as mulheres, como aliás já referi. E, sinceramente, acho que não faz sentido algum. Sou mulher e por mim falo. ;)

      Certo para ti. Claro.
      Vamos lá ver. Acredito que saibas do que falas. Na tua perspectiva, na tua vivência. Mas, por mais que digas o contrário, não consigo conceber que tenhas conhecido assim tanta mulher e que nenhuma se aproveite. Talvez um tico de má vontade, não? ;p

      Avalia-se o livro como se quiser. E, na tua perspectiva de bad boy, talvez a pessoa da foto se enquadre. Na minha, seguramente que não.

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    7. Pela aparência?! Então não é a personalidade de uma pessoa que rege tudo o resto? Quer seja a forma como se veste, se trata, se comporta, se relaciona? Isso é que conta na realidade.

      Eu não catalogo, apenas observo e avalio.

      Não escrevi que nenhuma "se aproveitava". Referi que eram inseguras.

      São opiniões. Eu, dentro das limitações que tinha pelos direitos de autor, escolhi esta pela agressividade da sua expressão. Que deriva da natureza do bad boy...

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    8. É engraçado. É a primeira vez que, neste mundo dos comentários blogosféricos, alguém não entende o que eu quero dizer. Parece que estamos a falar em dois mundos diferentes. :p
      Vamos lá ver então se nos entendemos.
      É claro que - mesmo a aparência tendo a sua importância, não vamos negar o óbvio - o mais importante é a personalidade. Isso não se discute nem está aqui em causa. Eu nunca disse que, para mim, a aparência é que importa. O que eu disse foi que, quando se trata especificamente do bad boy, a primeira ideia que as pessoas em geral têm prende-se com a aparência. E as características específicas dessa aparência levam, depois, a tirar conclusões sobre a possível personalidade dos ditos bad boys. Espero ter sido mais clara, desta vez. Assim tentei, pelo menos. ;)

      A tua avaliação cataloga, tendo em conta que as colocas todas na mesma categoria da insegurança.

      "Sim, já me cruzei com imensas mulheres, mais do que as que seriam necessárias para se ser feliz numa existência." - li nas entrelinhas. Li mal, pelos vistos.

      Não. A agressividade não deriva da natureza do bad boy. A agressividade é uma característica que não depende da existência de bad boys.

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    9. Vou ignorar a tua tentativa de me insultar a inteligência para não dar largas ao bad boy em mim e te responder à letra. ;)

      Não compreendo. Primeiro dizes - "...dito bad boy passa muito, se não quase em exclusivo, pela aparência." Depois vens dizer que já é a personalidade - "não vamos negar o óbvio - o mais importante é a personalidade."
      Contra-censo? Ou não fazes a mínima ideia do que estás a falar?

      Pronto, eu observo e avalio a partir da interação que estabeleço com elas mas tu insistes que catalogo. Que fazer? Aparentemente sabes mais do que eu acerca da minha experiência de vida.

      Sim, leste ou interpretaste mal. Eu dissertei contigo acerca das condições implícitas ou explicitas, através das quais, me relacionei com todas essas mulheres? Algumas destas são grandes Mulheres, no entanto não deixavam de ter as suas inseguranças.

      Não? És especialista em bad boys? Ou agora vais dizer que os bad boys não possuem um temperamento complicado?

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    10. Vais desculpar-me, Fox, mas peço-te sem delongas que publiques o texto que se segue.


      De uma mulher, para uma menina:

      Não faz parte da minha natureza assistir, impávida e serena, a tentativas ridículas e medíocres de degradação da imagem de pessoas dignas e resolvidas, como o que está a intentar fazer neste blog, criação de uma dessas pessoas, que muito prezo.
      Obviamente, quem tem um blog público, sujeita-se à crítica das suas publicações pelos leitores.
      A menina tem um blog onde publica o que bem entende (dei um lamiré, para perceber o seu "estilo"). Pareceu-me tratar-se de um blog simples, mundano, superficial, mas é o seu blog e respeito a sua criação. Não gosto, não me identifico, não sigo. Simples.
      Pergunto-me que satisfação retirará do facto de tentar enxovalhar o "dono" de um blog alheio. Sabe que pode optar por não o ler, certo?
      Porque se toda a gente decidisse comentar, levianamente, em blogs com os quais não se identifica, apenas porque sim, era uma grande complicação!
      Ora a sua atitude reflecte, bastante bem, o seu alter-ego: é uma menina. Uma menina caprichosa, imatura, amarga, que alvitra ter "pêlo na venta" quando, na verdade, é mal-educada. Uma menina que assume uma crueldade e intolerância exacerbadas, contra um desconhecido, apenas porque é homem, seguro, confiante, com um ego monumental e inteligência requintada.
      E a menina com isso? Não gosta?
      Respeite e passe à frente!
      Dou-lhe um conselho: viva a sua vidinha, dê-se ao respeito e respeite os outros.
      Não seja menina!...
      (Até porque o "Blogger" avisa sobre o conteúdo para adultos, antes da abertura deste blog)

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    11. Fox, tem cuidado com a Ana.bb, pois parece uma stalker.

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    12. Eu penso que não.
      Ana.bb és uma stalker? ;)

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    13. Ahahahahahahah! Então não?!
      (não consigo parar de rir :)

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    14. Fox, mas achas mesmo que a Ana.bb ia dizer que sim?
      Juro que não sou a miúda de pêlo na venta, nem nunca falei com ela, por isso não tenho por que a defender. Mas li a "resposta" da Ana.bb e achei caricato o que escreveu.

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    15. Gosto de dar o benefício da dúvida a todas as pessoas. ;)

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    16. Não é tanto a falta de inteligência que estaria aqui em causa. Uma certa má vontade em entender o outro, talvez. Podes, por isso, sossegar aí os teus instintos de bad boy. ;p

      Engraçado. Pensei que só as revistas sensacionalistas cortassem partes de conversa, deixando transparecer exactamente o contrário do que é dito, só para fazer manchete. Afinal, estava enganada. Não quero acreditar que tenha sido propositado. Vou ficar-me pela má vontade em me entender.
      Não, não é contra-senso. É só leres correctamente o que escrevo. Não me exprimo assim tão mal. Acho. E também não perco tempo a falar de assuntos que desconheço. Tenho mais o que fazer, sorte a minha.

      Desculpa, não me vou dar ao trabalho de ir buscar frases tuas que corroboram a ideia com que fiquei. Até porque, como já disse, não me pareces aberto a discussão que não vá de encontro ao teu ponto de vista. E, tenho mais o que fazer, como já referi anteriormente.

      Não, não sou especialista em nada, contrariamente a ti, que, já vi, és especialista em mulheres. Mas agradeço que, se tiveres um pouco de tempo, voltes a ler o que escreveste. E o que escrevi. Acredito que chegues lá, se estiveres minimamente disposto a isso. Ou então não. Talvez não valha a pena mesmo. Não me parece que se consiga chegar a entendimento. E não vem mal ao mundo por causa disso. :)

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    17. Não me vou dar ao trabalho de responder à ana.bb. Nem explicar porquê. Visto parecer-me óbvio.

      Só vou fazer uma pergunta ao Fox.
      Concordas com o conteúdo do comentário da pessoa acima referida?
      Não te pergunto se concordas com a parte em que se sente no direito de dar uma de psicóloga entendida, apregoando sobre o meu carácter e a minha pessoa. Porque, tal e qual como ela, o Fox também não me conhece.
      Gostaria, sim, de saber se te sentiste ‘enxovalhado’ com os meus comentários.
      Gostaria também de saber por que razão achaste oportuno publicar tal comentário, já que tens moderador. Gostas de ver uma pessoa atacar directamente outra quando não é nada com ela? Precisas que te defendam? Ou gostaste particularmente da parte em que ela te idolatrou e, por isso, sentiste-te na 'obrigação' de publicar o dito comentário?


      Aproveito para confirmar que não sou a/o anónima/o que veio aqui dar a sua opinião.

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    18. Uma vez que é notório que esta troca de opiniões não leva a lado nenhum, vamos concordar em discordar.

      Contei pelo menos seis questões e não somente uma, assim sendo, vou apenas dizer o seguinte:
      Não tenho de concordar ou discordar, não fui eu a escrever ou a assinar o dito comentário. Atendi ao pedido da ana.bb por consideração à participação que ela tem tido no blog ao longo dos últimos meses, tal como faria com qualquer uma das outras leitoras mais assíduas.

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    19. Isso.

      Uiii. Que erro tremendo. Imperdoável. Mesmo. As minhas mais sinceras desculpas. Nem contar sei, vejam lá bem. Uma vergonha.
      Adiante.
      Acho muito conveniente, de facto, preferires não responder. Parecem-me perguntas legítimas, já que me acusam, levianamente, de tentar denegrir a imagem de alguém e de ter sido mal-educada. Isto, unica e exclusivamente porque não digo 'ámen' a tudo o que aqui se escreve. Seria normal saber o que acha o principal interessado. Mas aceitar um comentário daqueles e, depois, sacudir a água do capote é realmente o melhor a fazer.
      Então uma pessoa que participa no teu blogue assiduamente tem o direito de criticar outra a torto e a direito? Tipo defensora da pátria, mas a nível particular? Um luxo, isso. Não é para todos. Sortudo. Agora, a pessoa que só comentou uns dois ou três posts e que não te afaga o ego que se lixe. Não merece qualquer tipo de consideração. Tudo muito certo, pois então.
      Continuo a achar um procedimento de louvar, este teu. Não haja dúvida.

      Agora, a grande verdade, realmente, é que cada um toma as decisões que quer no seu espaço. E essas mesmas decisões ficam na sua consciência. Quem não achar do mais correcto, pois que se mude.


      nota: as perguntas que aqui coloquei são retóricas (nem me vou dar ao trabalho de dizer quantas são, tenho receio de errar no número, só por isso). Ou seja, não te canses a dizer que não vais responder, já que não precisam de resposta. Espero ter-me feito entender. É que fico sempre com algum receio. O caso não é para menos.

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  3. É sempre mais fácil culpar os outros, não é? :)

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    1. Sim é mais fácil culpar os outros, todavia, não é esse o caso em questão.
      Lei da ação-reação...
      Existem sempre repercussões perante aquilo que fazemos ou que nos fazem. Penso que seja legítimo pensar assim e não simplificar a questão de modo a ser somente uma "descarga de culpas".

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    2. Cultivam o "estilo" _bad boys_, que em nada tem que ver com estabilidade e segurança, mas depois esperam que as mulheres acreditem nessa estabilidade e segurança? Não dá... Põe-te no lugar delas. Dificilmente, mulher alguma consegue olhar para um _bad boy_ e sentir-se totalmente segura e confiante!... Só se for uma mulher igualmente muito confiante e aí, desconfio, vai haver choque...

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    3. Não, espera-se que as mulheres sejam capazes de ultrapassar um rótulo e valorizar o indivíduo pelo que é... Não seria lógico?
      Caso eu me colocasse no lugar de uma mulher, independentemente do rótulo que ostentasse, iria procurar descobrir por mim mesmo como a pessoa é.

      Sabes que chega a ser irritante ser rótulado, ainda antes de abrir a boca. Tudo bem que os sinais visuais até possam indicar nessa direção mas o resto não conta?

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    4. É difícil... E tu sabes isso bem, pelos vistos. Há sempre receios, há sempre um pé atrás...

      Se ela valer a pena, esforça-te e ela há-de conseguir ver para além do rótulo :) Acredita que está mesmo nas tuas mãos!

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    5. Sim, sei. Toda a vida o senti. "Ah tens cara de safado..."

      Não, penso que esteja na mentalidade dos outros e não nas minhas "mãos"... A minha natureza não consigo mudar, nem necessito, pois é de boa índole, já a mentalidade de alguns é que é limitada. ;)

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    6. Se a mentalidade é limitada, tens aí a tua resposta... :)

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  4. Conclusão a que cheguei de imediato:
    Fox = Bad Boy, que por sua vez é = a sexo!
    Lol
    Desculpa não resisti!!
    :D

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    1. Seria uma dedução que poderia ser feita, sim. Todavia, já teve mais próxima da realidade do que no entretanto se encontra.

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  5. Dos textos mais interessantes que li ultimamente. Os meus melhores amigos são "bad boys". Mas são meus amigos por isso mesmo... Porque eu consigo descodificar (ou transpor) a armadura. Quando gostam, gostam sem medida e por inteiro. Não ficam à espera como os tótos. Fazem acontecer. Se calhar isso assusta as mulheres por vezes... levando a crer que é só físico. :)

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    1. Obrigado, Buxexinhas. ;)
      "Fazem acontecer" - Nem mais. Abordaste um ponto muito importante na forma de estar dos bad boys. Não existem impedimentos ou limitações quando se pretende algo. A simplificação também é importante.

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  6. A insegurança e relutância relativamente aos bad boys resulta do medo de sofrer.
    Já acreditei nas palavras e atitudes de um bad boy. Mais tarde demonstrou que não merecia a confiança que tive nele. Isso mina a auto-estima, causa sofrimento e faz com que não se queira passar novamente pelo mesmo.

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    1. Mas o medo de sofrer está latente em todas as relações. Quem já amou sem sofrer?

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    2. Mas o amor não deve causar sofrimento. Pelo menos não de forma premeditada, que é o caso de alguns bad boys.

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    3. O amor deveria ser perfeito mas nunca o é. Infelizmente.
      Se descreves uma premeditação em causar sofrimento, isso já será outro assunto.

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