Todos nós já erramos na vida e desses momentos mais infelizes, assimilamos conhecimento que usamos para impedir novos erros. Trata-se de uma lei natural no humano que lhe permite um desenvolvimento exponencial ao longo da vida.
Desse conhecimento acumulado, partilhamos aquilo que podemos em auxílio a terceiros. Um gesto puro e inocente que visa somente o impedimento de erros que já nos são familiares. Mas não o aceitam.
Preferem estar junto ao precipício e dar um passo para o desconhecido. Depois de desaparecerem no fino ar, vemos uma enorme corrente de ferro ser puxada descontroladamente. Na sua extremidade está presa a nossa perna.
Platão aferiu que "o homem inteligente aprende com os seus próprios sofrimentos; O homem sábio aprende com os sofrimentos alheios."
Fox

Às vezes, há lições que temos mesmo de aprender por nós.
ResponderEliminarSerá teimosia ou arrogância, quando se pensa que por ser a nossa pessoa, o resultado será diferente?
EliminarNão é teimosia nem arrogância. Não sejas tu tão arrogante e crítico.
EliminarNão é?
EliminarSe te avisarem que certo comportamento irá resultar em determinado estado e ainda assim insistes no mesmo, isso faz de ti o quê?
Humano :)
ResponderEliminarCerto. ;)
EliminarEntão, segundo esse raciocínio, uma vez que o humano é certo por ter defeitos, de nada adianta procurar evoluir?
Cada humano evoluirá à sua maneira, segundo os seus erros e o que aprenda deles. Também podemos, e devemos, aprender com os outros. Mas, volto ao que disse inicialmente: há cabeçadas que temos mesmo de ser nós a dar...
EliminarMas não achas que é uma evolução inferior ao que realmente poderia ser? Não será justamente a esse ponto que Platão pretendia chegar através do seu raciocínio?
EliminarQue Platão me perdoe, mas tu nunca poderás aprender da mesma maneira por observação e por experiência própria.
EliminarNão sei se ele te consegue perdoar mas compreendo o que pretendes dizer.
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