domingo, 9 de outubro de 2016

Focus



Será que o peso, positivo ou negativo, agregado aos acontecimentos que nos envolvem é influenciado pelo foco que lhe atribuímos? Poderá a nossa vontade em conseguir atingir determinado fim condicionar o resultado de uma ação, caso perturbe a sua resolução? Ou se se relativizar algo, não lhe colocando qualquer pressão, o seu desenlace será mais natural? Não estaremos apenas a demonstrar que não nos interessamos com o resultado?


Fox

15 comentários:

  1. Eu acredito que o peso que atribuímos às coisas, condiciona e muito o resultado final, para o bom e para o mau. O relativizar pode ser bom em alguns casos, não em todos...

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    1. Mas não sentes que se não te "debruças" sobre a situação pode acabar por ser prejudicial? No sentido de a deixar ao Deus-dará.

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    2. Talvez não me tenha explicado bem, mas eu não só acredito, como defendo. Gosto pouco de deixar as coisas para serem decididas pela vida...

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    3. Ah bom... Já agora, como distingues quando pressionas em demasia?

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    4. Não há soluções milagrosas... Acho que é caso a caso. Há coisas nas quais não existe "demasia". Há coisas em que devemos pôr tudo de nós, levar tudo ao limite, dar o litro... Estamos a falar do que eu penso ou estamos a falar em termos genéricos?

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    5. Estamos a falar sobre tudo e sobre nada. Sobre o que é e o que não é. No fundo acaba por se poder ajustar a tudo aquilo que nos rodeia e aflige.
      Temos portanto de sentir e agir de acordo com o que sentimos. Certo?

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    6. Não podemos generalizar... E uma coisa é a decisão, outra é a acção. Podemos ser racionais na escolha, e depois ser emocionais na concretização dessa escolha...

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    7. Então mas isso não seria um contra-censo? Não nos devemos manter fieis às nossas escolhas?

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    8. Não entendo assim... Volto a dizer, uma coisa é a escolha/decisão, outra é a concretização.

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    9. Devo dizer que nunca entendi bem como as mulheres conseguem essa proeza de escolherem/decidirem algo e concretizarem outra coisa completamente diferente.

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    10. Acho que não me estou a explicar bem... Não estou a falar de escolher e fazer coisas diferentes. Estou a falar de abordagens diferentes no processo de decisão e no processo de concretização.

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    11. Ok, abordagens distintas. Não deverias, por uma questão lógica, aplicar os mesmos critérios no processo de decisão e concretização?

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    12. Já sabes que as mulheres são pouco lógicas :D Ahahah!

      Mas não, não acho que tenha de ser assim. Recentemente, tomei uma decisão importante na minha vida. Algo muito racional, muito estudado, muito calculado, muito analisado. Agora a concretização disso terá de ser muito mais do que racional, terá de ser emocional, de entrega absoluta, de esforço, de entusiasmo, de dedicação.

      Fiz algum sentido?

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    13. Ah, sim. Agora já entendi o que pretendeste dizer. Mas até nem chegam a ser elementos separados, no fundo são a continuidade um do outro. Certo?

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