quinta-feira, 16 de março de 2017

Sex IX


Junto-te os pulsos atrás das costas e envolvo-os com as cordas numa suavidade paralisante. Um aperto que se revela suave mas firme. Adoras a sensação de estar indefesa e sob o meu controlo. 

Com um tecido negro de seda cubro-te os olhos. Mordes o lábio e perguntas a ti própria o que virá a seguir.

Afasto-me. O nervosismo começa a tomar conta do teu corpo. Movimentas as ancas com uma sensualidade irresistível.

Beijo-te a perna. Beijo-te a nádega. Beijo-te o ombro.

A tua pele arrepia-se com o toque dos meus lábios. Encosto o meu corpo ao teu. Tremes.

Agarro-te as ancas e solto a língua numa dança desenfreada.


Fox

9 comentários:

  1. A parte das cordas inquieta-me... Ficar indefesa, à mercê do outro, da sua vontade, do seu desejo.
    A ideia excita mas, em simultâneo, inquieta. Julgo que é preciso ter muita confiança... Agora a dança da língua!... Sim, que frenesim delicioso!

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    1. Não será nenhum caso de vida ou de morte, são apenas cordas.

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    2. Então faz o exercício ao contrário. Experimenta ficar indefeso, impotente (salvo seja!) e depois diz se te sentiste confortável. ;)

      Mas o texto está deveras sedutor como, aliás, tem sido o teu apanágio.


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    3. Não faz parte da minha natureza. ;)

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    4. A sério?! Nunca o diria. :P
      Talvez também não faça parte da minha natureza... Daí o que escrevi. :)

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    5. O que é que se nota pouco em ti?

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    6. Não admira que eu não tivesse percebido... ;)

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