Junto-te os pulsos atrás das costas e envolvo-os com as cordas numa suavidade paralisante. Um aperto que se revela suave mas firme. Adoras a sensação de estar indefesa e sob o meu controlo.
Com um tecido negro de seda cubro-te os olhos. Mordes o lábio e perguntas a ti própria o que virá a seguir.
Afasto-me. O nervosismo começa a tomar conta do teu corpo. Movimentas as ancas com uma sensualidade irresistível.
Beijo-te a perna. Beijo-te a nádega. Beijo-te o ombro.
A tua pele arrepia-se com o toque dos meus lábios. Encosto o meu corpo ao teu. Tremes.
Agarro-te as ancas e solto a língua numa dança desenfreada.
Fox

A parte das cordas inquieta-me... Ficar indefesa, à mercê do outro, da sua vontade, do seu desejo.
ResponderEliminarA ideia excita mas, em simultâneo, inquieta. Julgo que é preciso ter muita confiança... Agora a dança da língua!... Sim, que frenesim delicioso!
Não será nenhum caso de vida ou de morte, são apenas cordas.
EliminarEntão faz o exercício ao contrário. Experimenta ficar indefeso, impotente (salvo seja!) e depois diz se te sentiste confortável. ;)
EliminarMas o texto está deveras sedutor como, aliás, tem sido o teu apanágio.
Não faz parte da minha natureza. ;)
EliminarA sério?! Nunca o diria. :P
EliminarTalvez também não faça parte da minha natureza... Daí o que escrevi. :)
Nota-se pouco em mim.
EliminarO que é que se nota pouco em ti?
EliminarEstava a ser irónico. ;)
EliminarNão admira que eu não tivesse percebido... ;)
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