Confiar...
Sempre tive dificuldades em fazê-lo e com o passar do tempo o cenário não se tornou favorável. Quando somos blindados nada nos afeta mas quando nos descobrem forma de abrir a armadura e posteriormente nos dececionam, causa-se um dano tremendo.
Confiar ou não confiar...
Fox

Confiar. Confiar sempre. Se não o fizeres, a relação nunca vingará.
ResponderEliminarSe te decepcionares, faz o luto, lambe as feridas, levanta a cabeça e segue em frente.
Um dia, encontrarás alguém que irá merecer a tua confiança!
Confiar. Confiar cada vez menos.
EliminarFoi esse o estado em que a última experiência me deixou. Nunca abro a armadura mas desta vez foi tudo diferente. O resultado? O pior de sempre.
Sempre confiei, pk sempre fui de confiança, e imaginava eu que tb o seriam comigo até ter tido a pior desilusão da minha vida... é duro, e percebo bem quando falas em abrir a armadura... mas o que é uma relação sem confiança... sem respeito... nem o amor mais puro pode sobreviver sem isso...
ResponderEliminarConfiança para mim deixou de ser uma palavra bonita infelizmente... e sabes ... entristece-me muito por isso!
L.
Sim, é duro. Imagino o que sintas perante uma desilusão assim.
EliminarExiste quem consiga recuperar facilmente e fazer como se nada fosse, já eu, acabo por acusar imenso o dano.
Caros Fox e L.;
ResponderEliminarPoucas pessoas poderão, como eu, afirmar friamente que o seu mundo se desmoronou por inteiro, como resultado de uma confiança cega e plena. Toda a minha existência, toda a minha realidade, eram uma farsa, que eu vivia inocentemente, sem questionar, porque confiava!
Seguindo a vossa linha de raciocínio (mais radical no nosso Fox, é verdade, o que não é novidade para quem o lê...), era para eu ser, agora, a pessoa mais céptica do Universo. Não sou.
Não sou crédula, não sou parva, não sou naif.
E então? Porque é que eu continuo a confiar?
Porque se eu não confiar, não consigo estabelecer uma relação, seja de que tipo for; faltará sempre a base sólida, a estrutura estável, sob a qual qualquer relação saudável assenta.
Será, então, melhor confiar e sair magoado as vezes que o Destino quiser mas, neste percurso que é a vida, ir encontrando pessoas que valem mesmo a pena? Ou, pelo contrário, devemos envergar a tal armadura que nos protege das desilusões mas que, também, nos afasta irremediavelmente dos outros e com a qual não nos podemos expor, nem permitimos qualquer proximidade, podendo estar a rejeitar, sem intenção, pessoas que poderiam preencher a nossa vida e fazer-nos felizes?
Lamento saber desse dano, ana.bb.
EliminarComo bem sabes, não sou a melhor pessoa para te dar a resposta a essa questão. Possuo grandes limitações nesse departamento...
Agradeço-te. Mas o que não nos mata, deixa-nos mais fortes! Há sempre coisas boas em tudo. Tudo! ;)
EliminarAs questões são retóricas, embora eu própria lhes dê resposta no início do meu comentário. Mas essa é a minha resposta...
Serão talvez mais úteis para quem não confia, como tu, em jeito de reflexão. Quem sabe poderão ajudar a encontrar as suas respostas? :)
Sim, Nietzsche sabia bem o que dizia.
EliminarNão te sei dizer. De cada vez que me perco nessas deambulações existenciais acabo por não chegar a lado nenhum e a acumular mais dano. Não é algo que aprecie fazer de forma regular, como será óbvio.