terça-feira, 7 de março de 2017

Trust


Confiar...

Sempre tive dificuldades em fazê-lo e com o passar do tempo o cenário não se tornou favorável. Quando somos blindados nada nos afeta mas quando nos descobrem forma de abrir a armadura e posteriormente nos dececionam, causa-se um dano tremendo.

Confiar ou não confiar...


Fox

8 comentários:

  1. Confiar. Confiar sempre. Se não o fizeres, a relação nunca vingará.
    Se te decepcionares, faz o luto, lambe as feridas, levanta a cabeça e segue em frente.
    Um dia, encontrarás alguém que irá merecer a tua confiança!

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    1. Confiar. Confiar cada vez menos.

      Foi esse o estado em que a última experiência me deixou. Nunca abro a armadura mas desta vez foi tudo diferente. O resultado? O pior de sempre.

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  2. Sempre confiei, pk sempre fui de confiança, e imaginava eu que tb o seriam comigo até ter tido a pior desilusão da minha vida... é duro, e percebo bem quando falas em abrir a armadura... mas o que é uma relação sem confiança... sem respeito... nem o amor mais puro pode sobreviver sem isso...

    Confiança para mim deixou de ser uma palavra bonita infelizmente... e sabes ... entristece-me muito por isso!

    L.

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    1. Sim, é duro. Imagino o que sintas perante uma desilusão assim.

      Existe quem consiga recuperar facilmente e fazer como se nada fosse, já eu, acabo por acusar imenso o dano.

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  3. Caros Fox e L.;
    Poucas pessoas poderão, como eu, afirmar friamente que o seu mundo se desmoronou por inteiro, como resultado de uma confiança cega e plena. Toda a minha existência, toda a minha realidade, eram uma farsa, que eu vivia inocentemente, sem questionar, porque confiava!
    Seguindo a vossa linha de raciocínio (mais radical no nosso Fox, é verdade, o que não é novidade para quem o lê...), era para eu ser, agora, a pessoa mais céptica do Universo. Não sou.
    Não sou crédula, não sou parva, não sou naif.
    E então? Porque é que eu continuo a confiar?
    Porque se eu não confiar, não consigo estabelecer uma relação, seja de que tipo for; faltará sempre a base sólida, a estrutura estável, sob a qual qualquer relação saudável assenta.

    Será, então, melhor confiar e sair magoado as vezes que o Destino quiser mas, neste percurso que é a vida, ir encontrando pessoas que valem mesmo a pena? Ou, pelo contrário, devemos envergar a tal armadura que nos protege das desilusões mas que, também, nos afasta irremediavelmente dos outros e com a qual não nos podemos expor, nem permitimos qualquer proximidade, podendo estar a rejeitar, sem intenção, pessoas que poderiam preencher a nossa vida e fazer-nos felizes?

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    1. Lamento saber desse dano, ana.bb.

      Como bem sabes, não sou a melhor pessoa para te dar a resposta a essa questão. Possuo grandes limitações nesse departamento...

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    2. Agradeço-te. Mas o que não nos mata, deixa-nos mais fortes! Há sempre coisas boas em tudo. Tudo! ;)

      As questões são retóricas, embora eu própria lhes dê resposta no início do meu comentário. Mas essa é a minha resposta...
      Serão talvez mais úteis para quem não confia, como tu, em jeito de reflexão. Quem sabe poderão ajudar a encontrar as suas respostas? :)

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    3. Sim, Nietzsche sabia bem o que dizia.

      Não te sei dizer. De cada vez que me perco nessas deambulações existenciais acabo por não chegar a lado nenhum e a acumular mais dano. Não é algo que aprecie fazer de forma regular, como será óbvio.

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