terça-feira, 6 de março de 2012

One, two, three, you are out!



Eu detenho no âmbito da minha experiência pessoal, uma opinião muito característica acerca desta teoria da vida real. Sempre fui um curioso por várias matérias, em especial aquelas sobre quais posso ser ator principal, foram imensos artigos lidos, uns mais científicos que outros, mas todos a apontar numa direção idêntica.

Sim, acredito na crise dos três anos do namoro. Porquê? Não sei dizer.

Não me perguntem por que razão é um prazo tão generalizado, mas é bem real. Aconteceu comigo, com amigos, e com inúmeras pessoas por esse mundo fora, basta “googlar” um pouco. Não fosse assim esta generalização da situação em similares parâmetros, diria que cada caso é um caso, não encontrando nela motivo de consideração.

Mas não é o que acontece, o que poderá fazer alguma lógica trazendo alguma luz sobre o assunto, o artigo que um dia encontrei, no qual o autor afirmava que seria uma programação ao nível estrutural de DNA, que nos leve a estar juntos de alguém durante o tempo necessário para criar descendência, oscilando em média entre 24 a 36 meses. Fará sentido? Segundo os especialistas, sim.

Para mim? Hum... Não sei, sou aquele “ser parvo” que acredita que o Amor poderia ser “eterno”, enquanto sou aquele “ser lógico” que procura resposta a questões misteriosas e ambíguas inerentes ao ser humano. No meu caso foram imensas variantes a despoletar a crise, algumas exteriores à própria relação, outras das quais apenas poderiam surgir depois de se conhecer a pessoa, descobrindo que não se consegue gostar de alguns aspetos nela. Aspetos vincados, irreversíveis, incompatíveis, imutáveis, que servem de percursor para a saturação da relação e da pessoa que está connosco.

Se leva assim tantos anos a descobrir? Sim leva, em alguns casos mesmo depois de oito anos ainda descobrimos horrores escondidos. Nunca se conhece alguém no seu intimo, se esse não o quiser revelar.

Mas mesmo tendo escrito isto, também deverei dizer que sei que apesar da crise explodir, afastando aqueles que estiveram juntos, o sentimento que existe, mesmo que em modo latente, devido ao passar dos anos, poderá salvar a relação. Been there, done that.
Mas os vincos continuam, não se modificam, as pessoas não mudam sem choques tremendos, que arruínem o âmago do seu ser, para assim permitir nova construção, mediante novos ideais.
Assim mais tarde o resultado será o mesmo, o problema será igual, até mais não existir retorno do que outrora terá sido.

Gostaria imenso de ler a vossa opinião acerca deste assunto em particular, soltem essas teclas se fizerem o favor.



Fox

segunda-feira, 5 de março de 2012

My poem X



Deixamos a pressão acumular
Enquanto a intimidade ia a fugir
No momento não a tentamos parar
Sendo ai imaturo o nosso reagir

Concordei então com o separar
Desconhecendo onde iria cair
Mas o fosso é gigante e vai aumentar
Se não pudermos voltar a unir

Duas partes de um mesmo par
Que se pareceu partir
Quando se deu o nosso afastar
Mas separados não podemos subsistir

Faz doer é impossível de o negar
Não mais voltei a conseguir sorrir
Sabendo que não paras de chorar
Quero te encontrar e apenas ouvir

Tudo o que ficou ainda por explicar
Não é ação premeditada para iludir
Apenas quero conseguir sarar
Esta ferida que persiste em abrir

Anseio o olhar que me faça sonhar
Anseio o toque que me faça sentir
Permite-me continuar a acreditar
Que juntos ainda podemos resistir


Fox

domingo, 4 de março de 2012

The one that got away



É curiosa para mim esta frase, com a mensagem e lembranças que me consegue induzir, presumo que faça sentido a todos nós, algures nas nossas vidas, a dada altura sofreremos deste mal, alguma que nos fugiu...
Quer dizer não fugiu, estava ali, mas por alguma razão que não se consegue explicar, as coisas não se prolongaram como seria de prever.
Deixando-nos essas situações uma sensação esquisita a prevalecer, assim uma espécie de “what if?”.

Também eu tive essa situação na minha vida, encontrei aquela que a dada altura me despertou algo, que ambos queríamos, mas assim tal como surgiu teve que desaparecer.
Foi engraçado, foi curioso, foi leve, foi fugaz, foi inovador, foi diferente.
Já a conhecia há imenso tempo, mas sempre foi muito nova, ainda que as pessoas apenas sejam novas até uma certa idade, depois começam a ser interessantes...
Não a via já fazia uns tempos, sempre falamos por sms, mas essa ligação não desperta os sinais que a presença humana consegue induzir.
Assim quis o Destino que nos voltássemos a ver, tendo sido quase um choque verificar as diferenças nela, o tempo estava a modificar para o melhor, já não era “nova demais”.

A mulher que a mim me fez isso foi a B., maravilhoso espécimen feminino, estatura baixa, loira, de tom de pele claro, cara de boneca de porcelana, dona de uns magníficos olhos azuis. Ainda que já não os veja para cima de um ano! Curioso como as amigas desaparecem quando arranjam namorado... Anyway.
Faz agora uns anos, estava eu zangado com a ex, durante uma daquelas crises típicas da regra de três, estava-mos separados e mesmo para o “até nunca”, em que por influencia do Destino, me surge novamente a B. no caminho, deixando-me o coração desarmado por completo, apanhou-me de uma forma simples mas que resultaram em duas semanas muito interessantes...

Querem saber mais sobre essas duas semanas tórridas? Talvez vos conte num próximo post, ou não.


Fox

sábado, 3 de março de 2012

Can they understand me?!



O Fox é minucioso, sempre o foi, gosta de perder tempo com pormenores, sendo que acha piada à aplicação de estatísticas de visitas do blog.
Assim desde que descobri aquela função, gosto de ver como evolui, verificando por vezes o surgir de novos países.
Devo salientar que desliguei a contagem para as minhas visitas, de forma a não deturpar valores.

Assim no primeiro mês de vida, este meu/vosso espaço, possui em 1202 visitas o seguinte esquema de origens:

Portugal – 914
Alemanha – 125
Brasil – 113
Rússia – 33
Ucrânia – 7
Estados Unidos – 7
Finlândia – 3

Seriously?!
Mas afinal, Alemanha?? Rússia?? Ucrânia?? Finlândia??
Pergunto-me se haverá mesmo por lá alguém que consiga ler os meus devaneios, ou se serão meros enganos de cliques circunstanciais.
Mas tantas visitas dos mesmos países, seriam no mínimo estranhos enganos.
Será que se darão ao trabalho de converter os textos por tradutores online? Para assim poderem ler? Awkward...


Fox

Music everywhere VIII


3 Doors Down - Landing in London

I woke up today in London
As the plane was touching down
And all I could think about was monday
And maybe ill be back around

If this keeps me away much longer
I dont know what i will do
Youve got to understand its a hard life
That im going through

And when the night falls in around me
I dont think ill make it through
Ill use your light to guide the way
Cause all I think about is you

Well L.A is getting kinda crazy
And New york is getting kinda cold
I keep my head from geting lazy
I just cant wait to get back home

And all these days i spend away
Ill make up for this i swear
I need your love to hold me up
When its all too much to bear

And when the night falls in around me
I dont think ill make it through
Ill use your light to guide the way
Cause all I think about is you

And all these days i spend away
Ill make up for this i swear
I need your love to hold me up
When its all too much to bear

When the night falls in around me
I dont think ill make it through
Ill use your light to guide the way
Cause all I think about is you


Fox

sexta-feira, 2 de março de 2012

Can´t understand her



Conheço a M.J. desde sempre, ou quase tão próximo disso que não fará diferença, desde os cinco ou seis anos se quiser ser mais preciso.
Crescemos juntos, éramos amigos claro, mas apenas durante as idades em que as raparigas conseguem ser amigas dos rapazes.
A uma dada altura afastamo-nos fisicamente, trocava-mos umas sms esporadicamente, mas nunca saímos mais, a ex era muito ciumenta, não me dava “liberdade de trela”.

Entretanto fico só, sem ninguém, a relação custou-me todos os amigos que tinha, “for the greater good” pensei eu na época, pois! Agora vejo bem o resultado disso.
É normal tentar reaver os amigos, tentei todos, a M.J. inclusive, afinal enquanto namorava íamos falando, pensei que agora poderíamos sair e meter a conversa de anos passados em dia, pensei pois pensei...
Mas as desculpas dela saiam em catadupa que era uma coisa impressionante, a maior parte delas como sendo o trabalho, pois, vá lá ao menos não me disse que era por causa do namorado, que nunca teve, tanto quanto sei.

Mas o Destino lá nos cruzou de forma engraçada, numa destas ultimas eleições, não sei precisar qual, está o Fox a dirigir-se à mesa de voto, todo equipado de motard, enquanto vai galando à distancia de forma muito clássica, ou seja, usando o bonito olhar que possui, uma senhora que vinha de óculos escuros a subir as escadas. Natural, o que é bonito é para se apreciar.
Estou eu na fila para votar, quando me dizem quase junto ao ouvido - “Mas tu não tens frio? Andar de mota com este gelo.”
Quando me viro, quase apanho um choque, ao ver que tinha galado nas escadas a M.J. sem saber quem seria.

Votamos, esperei que ela guardasse as tralhas todas na carteira, perguntando se estava tudo bem e voltei a fazer o convite acerca do café, disse-me - “Tem que ser nas ferias, tenho mais tempo disponível”.
Continuo à espera da confirmação da saída...
Pois na verdade não cheguei a perguntar sobre que ano seriam as ferias, 2013, 2031, faz uma certa diferença não perguntar com exatidão...

Mas afinal o que mete tanto receio numa mulher em tomar café com um velho amigo e trocar umas frases?!
Até parece que somos o papão e as vamos ferrar! Se bem que a M.J. com esta idade, sem nunca ter namorado, deve estar já frígida, metendo tudo à frente dos homens. Enfim.
Bem não sou eu que fico a perder, afinal muitas são ao que apreciam conversar comigo, fica ela claramente sem uma boa amizade.


Fox

quinta-feira, 1 de março de 2012

Very hot!



Será talvez uma das coisas que mais prazer me dá nesta vida. Adoro estar imenso tempo naquilo.
Eu sou assim, um homem de gostos simples, mas não consigo dizer que não a um belo duche a ferver. Sim eu escrevi a ferver.
Pois esta será a parte esquisita do prazer, água a ferver a cair pelo corpo todo, talvez pensem “este deve ser maluco”, mas no entanto é algo que adoro.
Começa sempre com uma temperatura morna, mas depois é sempre a subir até sair bem quente.
Ainda que o resultado de tal, seja o Fox sair do duche bastante parecido em tons de pele com um tomate!

Espero que não ande por ai ninguém da Quercus, para ler o que vou escrever...
Nas ferias então é um abuso! Visto que não pago a conta da água, nunca lá estou menos de 45m...
Isto sem companhia claro, porque quando a tinha, demorava bem mais, mas não podia era ter a água tão quente, porque a ex não gostava.
Não me perguntem o porquê de apreciar assim tanto, mas gosto de sentir o corpo quente, em especial nos ombros, ouvir o som da água a escorrer, estar sozinho debaixo do fluxo continuo que só a mim pertence, sem nada mais que me ocupe a mente. Priceless!

Alguém por aí que siga o gosto?


Fox